Hoje me deparei com declarações e ações nada agradáveis.
Vi um homem desprezando a cultura indiana, dizendo que os habitantes daquele país são "loucos".
Falta de respeito maior ele não poderia cometer. É péssimo quando uma pessoa de cultura diferente critica os costumes de um outro povo, isso é o cúmulo da ignorância.
O mesmo homem depois criticou a ação de alguns veterinários que castrariam elefantes. Ele disse que deveriam é castrar os veterinários, para que eles virassem "mocinhas". Como se a masculinidade de um homem residisse em seu orgão sexual. Como se um homem de sexualidade duvidosa tivesse menos pau que "machos" como esse que fez essas declarações.
E ainda por cima, não satisfeito, insinuou que homossexuais só são capazes de trabalhar como manicures, cabeleireiros ou maquiadores. ¬¬ - Não desmerecendo essas profissões, afinal, são essenciais para todos os membros da sociedade, mas sinceramente, pretendo cursar a faculdade, e isso não me torna menos ou mais heterossexual.
E para encerrar o dia com chave de ouro, uma psicóloga carioca foi advertida por "Vender" a cura do homossexualismo.
Cura?
E desde quando isso é uma doença? Se for, espero que também incluam a gravidez nessa lista de doenças não controláveis.
E sinceramente, se houvesse uma cura para "a doença", eu diria muito obrigado, nunca me senti tão bem em toda minha vida.
(:
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Uma ópera e um poema
Certa vez Bentinho disse que a vida é uma ópera.
Sim.
Se a vida do traído (pobre da Capitú, estigmatizada para a eternidade) é uma ópera.
Pois bem,
Farei da minha um poema!
E assim começa...
O plano inicial não era publicar aqui, mas vi que não haverá outro meio.
Não sou muito bom com sinopses, portanto mandarei a história diretamente (:
Talvez atualize diariamente, talvez não. Mas para os próximos dias de gripe, há texto suficiente!
Não sou muito bom com sinopses, portanto mandarei a história diretamente (:
Talvez atualize diariamente, talvez não. Mas para os próximos dias de gripe, há texto suficiente!
(recorte aqui) ------------------------------ (recorte aqui)
Senhora de Luar
J.P.L.Campos
Capítulo 1
O Senhor do sétimo raio
Era pouco mais de uma da tarde quando os oito garotos se encontraram no portão dos fundos do colégio. Era inverno e havia uma fina camada de neblina que encobria a copa das árvores mais altas.
Os três meninos e as cinco meninas haviam cabulado as aulas de depois do almoço para poderem comemorar o aniversário de Gabriel que completava dezessete anos naquele dia.
Todos estavam montados em brilhantes bicicletas de última geração, que reluziam quando alguns raios do tímido sol de junho atravessavam a barreira de nuvens que os encobria.
Os oito iam para seu lugar secreto. Uma clareira no bosque que ladeava a cidade. Era um lugar tranqüilo, livre de inspetores ou aulas chatas, nem mesmo os celulares funcionavam naquele ambiente tão distante de tudo.
Ao chegarem, eles largaram as bicicletas em um canto qualquer, estenderam a toalha xadrez, sentaram-se em um círculo imperfeito e tiraram das mochilas algumas guloseimas e refrigerantes.
- O que é isso pessoal? – perguntou Gabriel com sua voz sonora – Refrigerantes? Hoje é meu aniversário, deixem que eu sirva a bebida.
Abrindo sua mochila ele tirou uma garrafa de Vodka e alguns copos de plástico.
Os meninos bradaram de felicidade, duas garotas trocaram olhares significativos e risinhos. Apenas Helga Dramini, uma garota ruiva de olhos verdes muito expressivos, fez careta.
- O quê há com você minha linda? – perguntou Gabriel se aproximando da menina – não gostou da surpresa?
- Surpresa? – desdenhou Helga – não poderia esperar algo mais previsível e desprezível de você Gabriel.
- Parem com isso vocês dois – Interrompeu Hórus, o mais velho de todos do grupo. Sua rala barba lhe conferia certo charme que era acentuado por seu cabelo castanho que lhe caía sobre os olhos muito azuis e misteriosos. Seu nariz fino era algo quase feminino assim como seus lábios rosados e perfeitos. – Hoje é dia de diversão Helga, se você não quiser beber eu te acompanho. Prometo
- Ótimo, porque eu não me aproximarei dessa garrafa.
- O quê? – surpreendeu-se Lyn Costa, uma garota de brilhantes cabelos negros tão curtos quanto os de Gabriel. Seus miúdos olhos castanhos semi-cerrados de raiva eram tão assustadores quanto seus lábios finos muito crispados. Ela não era muito alta, nem muito bonita.
Sua beleza era peculiar, um misto de mistério e sedução. – Você não vai permitir que essazinha destrua nossa festa, vai? – desafiou a menina.
- Ninguém vai destruir nada, e como prova disso, também não beberei – disse Marcos, o melhor amigo de Gabriel.
- Ah Marcos, você vai beber sim, nem que eu tenha que enfiar-lhe a Vodka garganta abaixo.
- Eu não beberei – disse Marcos - entretanto, eu trouxe algumas diversõezinhas para nós.
Ele tirou do bolso um pacote e despejou na palma de sua mão uma dúzia de comprimidos.
- Alucinógenos? – os olhos de Bia brilharam de felicidade. Ela era a namorada de Gabriel, assim como de Marcos e de Gustavo. Não havia ciúmes entre eles, era um tipo de relacionamento moderno, muito popular entre os jovens daquela época.
- Ótimo – disse Helga em tom de protesto – Meus amigos são um bando de drogados e de prostituídos.
- Deixe de reclamar Helga – disse Marcos abraçando a menina pela cintura – todos nós sabemos que você já dormiu com todo o time de futebol. – Ele então se aproximou da menina e beijou-a.
Ela o empurrou e disse:
- Mas que ousadia a sua. Quem você pensa que eu sou? A Bia?
- Certamente você não é como eu – disse Bia – Não sou tão fácil quanto você – riu-se a menina.
- Eu fácil? Imagina, são seus olhos. – Helga então se virou para Marcos e disse:
- Jamais faça isso novamente, deixe que eu te beije.
Ela então o segurou pela cintura e seus lábios se fundiram.
Gabriel abriu a garrafa de Vodka e distribuiu copos entre todos. Como havia prometido Hórus não bebeu, entretanto, ingeriu dois comprimidos de alucinógeno, tirou da mochila uma carteira de cigarros, que ele distribuiu entre todos, inclusive à Helga.
Pouco tempo depois todos estavam muito diferentes.
Gabriel não largava seu copo e cantava uma canção da época de seus pais; sua camiseta já havia sido rasgada por Bia que estava seminua beijando enlouquecidamente Hórus que tinha o cinto aberto. Lyn Costa tentava fugir de Virna, sua colega de classe lésbica. Virna mantinha um sólido relacionamento de três anos com Jaqueline, mas ela estava muito ocupada desmaiada ao lado de Marcos e de Helga que pareciam ter se fundido em um só corpo em meio à grama seca.
Muito tempo depois, lentamente o efeito do álcool, do cigarro e da droga passou.
A primeira a voltar a si foi Jaqueline. O desmaio pareceu ter revigorado-a. Marcos havia pegado no sono a mais de duas horas e não dava sinais de que iria despertar tão cedo, Bia e Helga tentavam resolver uma equação de matemática que deveria ser entregue na próxima aula, Hórus e Gabriel conversavam e riam de coisas completamente irracionais, Lyn Costa e Virna agora riam de uma mariposa que tentava inutilmente levantar vôo, algo realmente vão, pois Virna havia partido suas duas asas.
Repentinamente Gabriel saltou de seu lugar e aproximou-se de Marcos. Ele chutou seu amigo com violência, entretanto o menino não se moveu.
- Tenho uma idéia, - disse Virna aproximando-se de Marcos com a garrafa de Vodka na mão – ela então verteu o que sobrara do precioso líquido garganta abaixo do menino que se engasgou e levantou xingando a menina de todos os nomes feios possíveis.
- Você está louca? – gritou ele para Virna
- Foi o Gabriel que mandou – mentiu a garota
- Que droga! Ainda não são seis horas, porque já temos que ir embora?
- Não vamos embora – disse Gabriel – vamos brincar
Os olhos de Marcos brilharam e ele pareceu entender o que o amigo quisera dizer.
Ele pegou sua mochila, retirou oito velas vermelhas e oito velas pretas de dentro, um crucifixo e um pentagrama.
Marcos dispôs as velas em circulo e dentro dele afixou o pentagrama no solo com o crucifixo sobre ele.
Sem dizer palavra alguma todos os oitos se reuniram ao redor das velas, deram-se as mãos e fecharam os olhos.
Como era inverno, antes das cinco da tarde o sol já teria se posto. Eram quatro e cinqüenta. As sombras começavam a se estender e o vento frio a soprar.
- Eu, Marcos – começou o menino – invoco-os Altos espíritos. Ordeno que se manifestem nesse círculo mágico. Pelo poder da água, da terra, do ar e do fogo.
- Si se talal se talaal – disseram todos em uníssono.
Uma lufada de vento particularmente forte derrubou uma vela que incendiou a toalha xadrez. Por estarem de olhos fechados eles não perceberam o que haviam acontecido.
- Vocês sentem? – sussurrou Helga – o calor dos espíritos?
- Sim, eu sinto – disse Gabriel.
A chama se alastrava pelas folhas secas que cobriam o solo, e já ultrapassava o circulo.
Talvez tenha sido o efeito das drogas e do álcool, talvez tenha sido descuido, talvez tenha sido a magia, não se sabe como, mas quando eles perceberam o que havia acontecido, o bosque já estava em chamas.
O desespero então tomou conta de todos, a fumaça dificultava visão na escuridão crescente, havia ainda a gritaria das meninas que não sabiam para onde fugir, e para piorar, galhos em chamas caíam constantemente do alto das árvores.
O primeiro a encontrar a estrada foi Gabriel que permaneceu um bom tempo sozinho sem saber o que fazer. Logo Marcos o alcançou seguido de Bia que acompanhava Virna. A roupa das meninas estava chamuscada e em várias partes já havia sido consumida pelas chamas. Havia uma feia queimadura na mão de Bia e o cabelo de Marcos que era longo e brilhante foi reduzido pela metade e seu pescoço estava na carne viva.
Jaqueline repentinamente surgiu por entre as árvores uns cinqüenta metros à esquerda. Ao avistar os amigos a menina desmaiou intoxicada pela fumaça enquanto as chamas consumiam sua perna. Os garotos correram para socorrê-la, mas era tarde, Jaqueline estava morta.
A brincadeira de aniversário custou muito mais do que os adolescentes haviam previsto.
O funeral da menina foi doloroso e hostil. Todos pareciam condenar Gabriel pelo ocorrido, apesar dele estar sentado em uma cadeira de rodas (sua perna esquerda fora quebrada por um galho em chamas que despencou sobre ele e Marcos). Bia e Virna permaneciam no hospital, os pulmões das duas meninas haviam sido permanentemente danificados, e elas não puderam se despedir de Jaqueline.
Marcos teve que ser internado às pressas numa clínica psiquiátrica, pois uma crise de pânico o havia acometido.
Os especialistas diziam que presenciar a morte de alguém próximo poderia resultar num transtorno incurável, apenas controlável.
Entretanto, os problemas dos cinco pareciam ínfimos quando comparado com os da família de Lyn Costa, Hórus e Helga. Os três ainda não haviam sido encontrados.
As buscas pelo bosque haviam mobilizado meia cidade, policiais, parentes, amigos e curiosos colaboravam na desesperada caçada pelos meninos. O fogo parecia ter levado consigo qualquer esperança possível, deixando para trás apenas cinzas e dor.
Nem mesmo um pedaço de roupa rasgada foi encontrado, nem uma parte do uniforme escolar que eles trajavam naquela tarde. O que restou, foi o resto retorcido das oito bicicletas, como se fossem um monumento à desgraça, o único indício de que eles haviam estado ali, pois fora isso, nada foi achado durante as três semanas e meia de busca, quando a polícia concluiu que eles haviam sido carbonizados e nem mesmo seus ossos escaparam à fúria das chamas que lambiam tudo o que encontravam à sua frente, e isso incluía os três garotos.
Mas, poderia ter sido o fogo tão voraz e tão avassalador ao ponto de levar consigo três vidas e não deixar pára trás nenhum indício de sua ação?
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Senhora de Luar - Capítulo 1 - primeira parte
Mentiras
Por quantas e quantas vezes a mesma história terá de repetir-se para que pelo menos um de nós aprenda alguma coisa?
Por quantas e quantas vezes uns terão de chorar para outros triunfarem?
Por quantas e quantas vezes um terá de mentir para o outro e o outro terá de mentir para um até que se chegue a algum lugar?
Por quantas noites viveremos esse mesmo filme?
Por quantos sonhos ainda teremos de caminhar até o final?
Seja ele feliz ou não?
Quando poderemos ser apenas nós? E vocês apenas vocês? Sem noites perturbadas e repletas de mentiras mal contadas?
Minha mentira, suas mentiras, Nossas mentiras.... ( para se pensar - pela terceira vez )
Por quantas e quantas vezes uns terão de chorar para outros triunfarem?
Por quantas e quantas vezes um terá de mentir para o outro e o outro terá de mentir para um até que se chegue a algum lugar?
Por quantas noites viveremos esse mesmo filme?
Por quantos sonhos ainda teremos de caminhar até o final?
Seja ele feliz ou não?
Quando poderemos ser apenas nós? E vocês apenas vocês? Sem noites perturbadas e repletas de mentiras mal contadas?
Minha mentira, suas mentiras, Nossas mentiras.... ( para se pensar - pela terceira vez )
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Frustrações
E quando nada dá certo?
E quando todas nossas expectativas são frustradas?
E quando nossas esperanças repentinamente se esvaem?
E quando se colocou tudo a perder e realmente se perdeu?
E quando tudo parece desabar?
Pior do que perder é se frustrar.
Todos estamos mais do que acostumados a perder tudo em alguns momentos de nossas vidas, mas quando se dá muito ou tudo de si para uma causa não espera-se perdê-la. Quando tudo parece tão certo é o pior momento para se arruinar. Pois não se perde apenas algo, você se perde. Você se frustra.
É como estudar durante todo um ano e não ser aprovado no vestibular; como apostar tudo numa relação e ela ir por água abaixo; como confiar em alguém, mas logo descobrir que não era alguém confiável; como se entregar, mas ninguém se entregar por você; como arriscar uma nova vida e nada dar certo.
E a pior parte de se frustrar?
A parte em que você tem de se reerguer, mas não encontra mais forças para isso, pois deu tudo de si em uma causa que você não sabia, mas já estava há muito perdida.
É frustrante estar frustrado.
E quando todas nossas expectativas são frustradas?
E quando nossas esperanças repentinamente se esvaem?
E quando se colocou tudo a perder e realmente se perdeu?
E quando tudo parece desabar?
Pior do que perder é se frustrar.
Todos estamos mais do que acostumados a perder tudo em alguns momentos de nossas vidas, mas quando se dá muito ou tudo de si para uma causa não espera-se perdê-la. Quando tudo parece tão certo é o pior momento para se arruinar. Pois não se perde apenas algo, você se perde. Você se frustra.
É como estudar durante todo um ano e não ser aprovado no vestibular; como apostar tudo numa relação e ela ir por água abaixo; como confiar em alguém, mas logo descobrir que não era alguém confiável; como se entregar, mas ninguém se entregar por você; como arriscar uma nova vida e nada dar certo.
E a pior parte de se frustrar?
A parte em que você tem de se reerguer, mas não encontra mais forças para isso, pois deu tudo de si em uma causa que você não sabia, mas já estava há muito perdida.
É frustrante estar frustrado.
Diário da Gripe Suína - 1° Dia
Há alguns meses quando ainda pouco se falava sobre a gripe suína, quando a doença era apenas uma preocupação norte-americana, quando aqui ainda era outono e quando ainda eram poucas as mortes eu dizia: "Gripe Suína? Isso nunca vai chegar por aqui."
Hoje estou de "quarentena de vinte dias" imposta pelo governo.
O dia de hoje não está muito frio, mas também não está quente, e venta muito, o que manteve as portas e janelas de minha casa fechadas. Por mais que o ministério da saúde recomende, não há como deixar a casa "respirando", de qualquer modo temos que respirar um ar parado.
E tenho minhas dúvidas em relação à essa história de que com a chegada do calor os casos diminuirão. Pois hoje foi registrado o primeiro caso no Nordeste, e as casas daquela região são muito bem ventiladas, o que não impediu a transmissão do vírus.
Hoje também vi muita coisa na televisão, nos jornais e na internet. Especialmente sobre o uso de máscaras. Os médicos sempre dizem que usa-las não garante nada, que elas não são uma proteção contra o vírus e que ninguém está seguro com algo tampando boca e nariz. Mas eu digo o contrário, estamos seguros sim.
Não é o efeito real da máscara que é importante para as pessoas, mas sim o efeito moral, psicológico. Todos sabem que estão expostos à doença com ou sem a máscara cirurgica, mas utilizando-a as pessoas se sentem mais seguras. Mais seguras para falar, caminhar na rua, pegar um ônibus ou metrô, enfrentar uma fila no banco ou até mesmo só para sair de casa. O medo também é um aliado da gripe suína.
Li também que os governos europeus estão considerando a possibilidade de não retorno às escolas em setembro. Os alunos teriam aulas virtuais, o que impediria o contágio de muitas pessoas em ambientes fechados. Sinceramente a ideia me agradou e muito, pois não acredito que a situação melhorará até dia 17. Esquentando ou não, os casos parecem só aumentar.
Logicamente para nós brasileiros há uma outra solução: Aprovar a todos os alunos, desde o berçario até a pós-graduação!
E assim vão correndo meus dias de gripe suína por aqui, e tenho umas considerações que achei mais pertinente deixar para o segundo dia do diário, antes que isso fique muito extenso!
PS: Ontem fui dormir com uma dor de cabeça muito forte...
Hoje estou de "quarentena de vinte dias" imposta pelo governo.
O dia de hoje não está muito frio, mas também não está quente, e venta muito, o que manteve as portas e janelas de minha casa fechadas. Por mais que o ministério da saúde recomende, não há como deixar a casa "respirando", de qualquer modo temos que respirar um ar parado.
E tenho minhas dúvidas em relação à essa história de que com a chegada do calor os casos diminuirão. Pois hoje foi registrado o primeiro caso no Nordeste, e as casas daquela região são muito bem ventiladas, o que não impediu a transmissão do vírus.
Hoje também vi muita coisa na televisão, nos jornais e na internet. Especialmente sobre o uso de máscaras. Os médicos sempre dizem que usa-las não garante nada, que elas não são uma proteção contra o vírus e que ninguém está seguro com algo tampando boca e nariz. Mas eu digo o contrário, estamos seguros sim.
Não é o efeito real da máscara que é importante para as pessoas, mas sim o efeito moral, psicológico. Todos sabem que estão expostos à doença com ou sem a máscara cirurgica, mas utilizando-a as pessoas se sentem mais seguras. Mais seguras para falar, caminhar na rua, pegar um ônibus ou metrô, enfrentar uma fila no banco ou até mesmo só para sair de casa. O medo também é um aliado da gripe suína.
Li também que os governos europeus estão considerando a possibilidade de não retorno às escolas em setembro. Os alunos teriam aulas virtuais, o que impediria o contágio de muitas pessoas em ambientes fechados. Sinceramente a ideia me agradou e muito, pois não acredito que a situação melhorará até dia 17. Esquentando ou não, os casos parecem só aumentar.
Logicamente para nós brasileiros há uma outra solução: Aprovar a todos os alunos, desde o berçario até a pós-graduação!
E assim vão correndo meus dias de gripe suína por aqui, e tenho umas considerações que achei mais pertinente deixar para o segundo dia do diário, antes que isso fique muito extenso!
PS: Ontem fui dormir com uma dor de cabeça muito forte...
terça-feira, 28 de julho de 2009
Momento Gripe Suína
Piadinha pronta de última hora:
E a gripe suína fez mais uma vítima aqui em São Paulo: Minhas Aulas!!!
USP, Unesp e Unicamp? Só dia 17 !
Isso se as aulas voltarem...
E a gripe suína fez mais uma vítima aqui em São Paulo: Minhas Aulas!!!
USP, Unesp e Unicamp? Só dia 17 !
Isso se as aulas voltarem...
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